quarta-feira, 19 de outubro de 2016

FUGI DA BABILÔNIA E TIRAI A BABILÔNIA DE DENTRO DE VÓS!


BABILÔNIA
Áudio – dia: 19/09
Miss. Anna Miranda
Ref. Jeremias 51: 1, 6, 28, 45, 46, 47 (esses foram os citados, porém todo o capítulo deve ser lido)

É uma palavra de Deus através de Jeremias como último alerta da parte do Senhor (grito de misericórdia) para alguns que ali que estavam na Babilônia.

Porque o Senhor estava sentenciando Babilônia da destruição? O que tinha na Babilônia que tinha provocado a ira do Senhor? Crimes, prostituição, idolatria, destruição, um povo que tinha tudo para ser abençoado e que rejeitou a benção. Babilônia se preocupava com tudo o que se referia aos desejos terrenos e carnais, menos com o Senhor.

Mas, o Senhor trouxe esse alerta porque no meio desse povo, existiam pessoas que queriam viver em comunhão com Deus, que tinham um chamado do Senhor.
Deus é justiça e não queria que esse povo (por falta de opção ou de conhecimento) fosse contaminado e punido juntamente com os demais.

Fugi do meio de babilônia, e livrai cada um a sua alma, e não vos destruais na sua maldade; porque este é o tempo da vingança do SENHOR; que lhe dará a sua recompensa. (Jeremias 51:6).

Saí do meio dela, ó povo meu, e livrai cada um a sua alma do ardor da ira do Senhor. (Jeremias 51:45)

E para que porventura não se enterneça o vosso coração, e não temais pelo rumor que se ouvir na terra; porque virá num ano um rumor, e depois noutro ano outro rumor; e haverá violência na terra, dominador contra dominador. (Jeremias 51:46)

O que o Senhor está falando? Que viria mais destruição, morte e violência (luta, guerra) entre dominador e dominador (demônios de alta patente contra demônios de alta patente).

Trazendo para nossas vidas, podemos nos questionar acerca da nossa santidade porque, literalmente, não fazemos nada disso. Mas, isso é um olhar superficial porque não estamos dentro da Babilônia, mas isso não quer dizer que a Babilônia não esteja dentro de nós.

O Senhor nos chama a fazer essa reflexão. O que está dentro das nossas mentes e do nosso coração? Será que não há nada que em nós (e que existia na Babilônia) capaz de acender a ira de Deus sobre nós? A Babilônia pode representar várias coisas:

a)    Nossa resistência em ouvir a voz de Deus e obedecer;
b)   Nosso ego (o povo da Babilônia se achava autossuficiente);
c)    Idolatria (tudo o que colocamos no lugar de Deus ou quando não priorizamos as coisas de Deus);
d)   Prostituição (deixar de ter pudor para agir de forma correta pra conseguir o que deseja, deixar de fazer o bem porque você não está em destaque ou se beneficiando, aferir vantagem em cima dos outros);
e)   Inveja;
f)     Porfiria;
g)    Mentira;
h)   Dissensão;
i)     Falta de amor (próprio e ao próximo como a nós mesmos);
j)     Primeiro erro fatal: não amar a Deus verdadeiramente.

Será que estamos verdadeiramente fora da Babilônia? Será que a Babilônia não está empreguinada em nós?

Será que não estamos como o povo de Israel no deserto que não tirou o Egito de dentro de si e fez com que o Senhor os conduzisse por 40 anos durante uma jornada que não duraria mais do que um ano por causa da dureza do coração, da resistência de seus corações? E mesmo assim, muitos não alcançaram a promessa ainda que vissem e vivessem na presença de Deus todos os dias.

A gente olha e fica achando que eles eram burros porque viram com próprios olhos os milagres de Deus: abrir o Mar Vermelho, chover alimento dos Céus, tirar água de uma rocha e ainda assim, o povo continuou sendo duro com o Senhor e perderam a promessa.

Se olharmos para nós, não somos diferentes. Temos promessas retardadas nas nossas vidas porque resistimos a Deus, resistimos mudar, resistimos a voz do Senhor e abrir mão do nosso ego, resistir a renunciar aquilo que não condiz com a vontade do Senhor.

Essa Palavra nos diz isso, que Deus está nos dando mais uma grande oportunidade de sair da Babilônia e de arrancar a Babilônia de nós. Deus está dando uma oportunidade de olhar para nós mesmos e dar lugar ao Seu Santo Espírito! Não vamos deixar que nossas bênçãos sejam retardadas por resistência, por meninice. Vamos dar uma basta. Depende somente de nós que o nosso cativeiro seja virado.

O sofrimento de Jó foi prorrogado porque Deus queria ter um encontro verdadeiro com ele. Quando mais Jó dava ouvidos aos amigos e resistia, Deus prorrogava seu sofrimento. Até o dia que Deus se apresentou e Jó confessou que era necessário o sofrimento porque antes ele só conhecia Deus de ouvir falar, e Deus virou o cativeiro de Jó.

Será que não estamos precisando descer e renunciar nossas vontades e razões e ouvir verdadeiramente a Deus e obedecer? Deus está nos dando mais uma oportunidade e, de assim como Jó, e evitar a prorrogação do nosso sofrimento.

As lutas são permitidas por um propósito e o tempo de luta depende de como nos posicionamos em Deus, da iniciativa de fechar brechas e impedir as legalidades que autorizam Satanás a agir em nossas vidas e, somente depois disso,  Deus enviará Anjos para nos abençoar, enviará reforços dos Céus para pelejar nossas causas.

Que possamos estar nos examinando e arrancando a Babilônia e o Egito dentro de nós! A Paz de Cristo seja com todas!





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